quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

VEREADOR TITO COLÓ QUESTIONA VAGAS PARA ALUNOS NA ESCOLA DO AUTISTA EM JAÚ

Mais uma vez o vereador Tito Coló está questionando o Poder Público sobre as vagas oferecida à crianças que apresentam o autismo em nossa cidade, onde segundo informações da própria escola, existe um déficit de vagas que obriga a escola a não receber mais alunos, deixando de atender várias crianças que poderiam estar recebendo um tratamento especial que auxiliaria no melhor desenvolvimento de suas capacidades. 

Segundo informações, o autismo é uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento (responder apropriadamente ao ambiente — segundo as normas que regulam essas respostas). Esta desordem faz parte de um grupo de síndromes chamado transtorno global do desenvolvimento (TGD), também conhecido como transtorno invasivo do desenvolvimento (TID), do inglês pervasive developmental disorder (PDD). Entretanto, neste contexto, a tradução correta de "pervasive" é "abrangente" ou "global", e não "penetrante" ou "invasivo". Mais recentemente cunhou-se o termo Transtorno do Espectro Autista (TEA) para englobar o Autismo, a Síndrome de Asperger e o Transtorno Global do Desenvolvimento Sem Outra Especificação.
Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam sérios problemas no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes, outros presos a rígidos e restritos padrões de comportamento. Os diversos modos de manifestação do autismo também são designados de espectro autista, indicando uma gama de possibilidades dos sintomas do autismo. Atualmente já há a possibilidade de detectar a síndrome antes dos dois anos de idade em muitos casos.


O documento do Vereador Tito foi apresentado depois de ser novamente procurado por vários pais que têm  filhos com autismo e não conseguiram colocar as crianças na escola. As informações foram direcionadas à Prefeitura Municipal e à própria Escola do Autista de Jaú, sendo aprovado na Sessão Ordinária do dia 25/02/2013, onde agora o vereador espera que as respostas cheguem o mais rápido possível e as vagas sejam arrumadas visando  colocar estas crianças, que ainda não estão na escola do autista,  para estudar e ter um melhor desenvolvimento de suas capacidades. 
Segundo o vereador, "caso as vagas não sejam arrumadas, nos iremos ao Ministério Público e esperamos conseguir a resolução desse problema."

TITO COLÓ APRESENTA NA PRÓXIMA SESSÃO (04/03/2013) REQUERIMENTO PEDINDO INFORMAÇÃO SOBRE A LEGIÃO MIRIM DE JAHU

Após receber informação que vários jovens teriam sido dispensados pela   Legião Mirim de Jaú, que oferece diversos curso e orientações a seus aprendizes, sendo posteriormente encaminhados para locais onde vão trabalhar, e, assim, garantir uma renda para sua família, o vereador Tito ficou muito preocupado e entrou com documento questionando a prefeitura e a Mirim. 
No requerimento Tito solicita informações tanto da Prefeitura   como da Legião Mirim sobre a continuidade do convênio celebrado entre as partes e se é verdadeira informações que a Mirim estaria para parar suas atividades, deixando vários adolescentes sem seus cursos e emprego.
"esperamos que o convênio entre a Prefeitura e Legião Mirim não termine agora, pois muito falasse sobre falta de verba no caixa da Prefeitura e os cortes estão atingindo diretamente uma comanda muito importante da nossa sociedade que são os jovens. Por isso, acho melhor o Executivo  repensar esta situação e não deixar esses jovens e famílias desamparados". 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

REQUERIMENTO DO VEREADOR TITO COLÓ QUESTIONA ATENDIMENTO NA SANTA CASA DE JAÚ


A Santa Casa de Jaú mais uma vez foi o tema dominante na sessão da Câmara de Jaú. Ontem, por mais de hora os vereadores discutiram um requerimento do vereador Tito Coló Neto (PSDB) que pede informações sobre o atendimento no hospital. No final da semana passada, após audiência no Fórum local, entre Prefeitura e Santa Casa, foi estabelecido que o município irá reabrir o Pronto Socorro Municipal e que a partir de 1º de julho deste ano o hospital só atenderá os casos de média e de alta complexidade mediante convênio com o Estado e não mais com a Prefeitura.
 
Tito Coló questiona em seu requerimento as cirurgias eletivas especialmente, que deixaram de ser realizadas após o fim do convênio no governo passado. Quer saber sobre os números do atendimento atual, quais procedimentos são encaminhados para Bauru, quais as cidades que fazem repasse de verba para o hospital, dentre outros temas. O vereador tucano manifestou-se favorável à reabertura do Pronto Socorro Municipal. “Torço para que o prefeito acerte com a volta do pronto socorro”, destacou. 

O líder do PMDB, vereador Fernando Frederico de Almeida Junior, destacou que a questão da saúde não deve ser política, mas gerencial. “Enquanto tratarmos com algo político não vai funcionar. O pronto socorro municipal vai voltar a terá a retaguarda da Santa Casa. O atendimento vai ser descentralizado com o correto funcionamento da rede básica”, falou.
 
Para o vereador José Aparecido Segura Ruiz (PTB), médico na Santa Casa, o prefeito Rafael Agostini e o secretário de Saúde, Gilson Scatimburgo, “estão muito mal assessorados em questão de saúde e não sabem o que pronto socorro”. Para Segura, aumentando o repasse em R$ 200 mil para a Santa Casa, que vem sendo de R$ 640 mil mensais e o hospital pediu R$ 850,00 por mês, “a Prefeitura iria tirar a bunda da seringa e empurrar para a Santa Casa o atendimento, ficando só com o discurso de que manda o dinheiro”, disse.
 
Ainda, conforme Segura, o prefeito e a população de Jaú “vão passar por extrema dificuldade com a criação de um pronto socorro pelo município. A retaguarda é complicada mesmo na Santa Casa onde trabalham dezenas de médicos 24 horas por dia. Só um pronto-atendimento ali ao lado da Santa Casa, no prédio da praça do parquinho, é que irá funcionar. Se chega no pronto-atendimento e é caso gravem atravessa a rua e está na Santa Casa. Se chega na Santa Casa e não é caso grave, atravessa a rua e está no pronto-atendimento”.
 
O líder do PT na Câmara, vereador Lucas Flores, defendeu que repassar dinheiro para a Santa Casa não resolve. “Isso já foi feito em outras administrações. Nós fomos eleitos para mudar.É preciso fortalecer a rede básica, que está mais próxima das pessoas. Pelos votos do prefeito Rafael Agostini e dos demais candidatos, 83% da população rejeitou o jeito de administrar do governo passado. O fechamento do pronto socorro municipal causou a maior crise na saúde na história de Jaú.O prefeito Agostini resolveu colocar um gestor na saúde porque os médicos que por ali passaram não resolveram”, disse Flores.
 
O vereador Carlos Lampião Magon (PV) estabeleceu uma comparação com as administrações passadas. “No governo anterior, que o prefeito é médico, achei que tinha acertado, mas piorou. E no governo do João (João Sanzovo Neto, do PSDB) estava boa a saúde? É que todos os que estavam na administração dele na saúde agora estão no governo atual. Rafael, acerta a saúde!”, apelou Lampião.
 
O líder do prefeito na Câmara, Charles Sartori (PMDB) tentou colocar na legislatura passada a culpa pelo fechamento do pronto socorro municipal em 2011. “O prefeito fechou e a Câmara não teve força para impedir”. O vereador reeleito Ronaldo Formigão, do DEM, reagiu de pronto: “Vamos parar com ataques pessoais. A Câmara não foi consultada sobre o fechamento do pronto socorrro no São Judas. E quando soubemos, todos os que estavam aqui na legislatura passada foram contrários”, disse. Formigão coloca em dúvida se o prédio do ex-hospital São Judas Tadeu tem condições de voltar a abrigar o pronto socorro municipal. “O prédio tem condições sanitárias? Quanto vai ser gasto para deixa-lo em ordem?”, colocou.
 
Paulo Gambarini (PSDB) mostrou-se temeroso quanto a perda do pronto socorro da Santa Casa. “O momento é delicado. Perder a Santa Casa hoje considero perigoso para a população. É um prazo muito curto para o município assumir tudo”, observou.
 
Toda a discussão foi para que o requerimento do vereador Tito Coló fosse votado e, ao final, foi aprovado por unanimidade.
 
Fonte:http://www.jaunews.net/noticias/Politica/1352/Reabertura-do-PS-Municipal-gera-polemica-na-Camara.html